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Por Luana Stoduto
luana@bemleve.com.br
 Na
história da criação, a
maçã é considerada a fruta
do pecado, já que depois de comê-la,
Adão e Eva foram expulsos do paraíso.
No mundo dos contos de fadas, a Branca de Neve é envenenada
pela rainha má após morder uma suculenta
maçã. Mas será que ela também é uma
vilã da dieta? Seja
verde ou vermelha, a maçã é usada
em diversas receitas e muito apreciada no mundo
inteiro. A fruta traz inúmeros benefícios à saúde,
pois ajuda a controlar o colesterol, reduz o risco
de câncer digestivo e tem cerca de 80 calorias,
o que não compromete a boa forma. Composta
por 85% de água, ela contém 12% de
frutose, um tipo de açúcar que não
provoca cáries. Ácidos orgânicos,
fibras solúveis, substâncias antioxidantes
como o tanino e as vitaminas C, E e provitamina
A, além das vitaminas B1 e B2 formam
os 3% restantes. Pecado é não comê-la Entre
as fibras, a pectina é a principal
porque ajuda a reduzir os riscos de doenças
cardiovasculares, previne a prisão de ventre
e dificulta a absorção de gorduras
e glicose. O flavonóides e polifenóis
presentes na casca e polpa são substâncias
antioxidantes capazes de preservar as células
dos danos provocados pela ação dos
radicais livres. Dessa forma, eles são responsáveis
por retardar o envelhecimento e proteger o organismo
de uma série de doenças. A maçã também é rica
em potássio, que ajuda a eliminar o sódio
excedente, eliminando o excesso de água
retida no corpo. Diabéticos e pessoas obesas são
os que mais se beneficiam do consumo da maçã.
A frutose é absorvida lentamente pelo organismo,
o que evita o aumento do nível de glicose
no sangue. A floretina, que é um fitonutriente
que modula o açúcar no sangue, ajuda
a controlar a fome e ameniza os ataques compulsivos
que podem ocorrer quando se está fazendo
uma dieta de restrição calórica.
Aposte na maçã na hora do lanche
ou na sobremesa, mas nada de tirar a casca: ela
concentra em maior quantidade de substâncias
ativas.
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